terça-feira, 28 de abril de 2015

Jornalistas de toda América do Sul se reúnem em Búzios para falar de Turismo

 O XXXII Congresso da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo é lançado no site oficial da prefeitura de Búzios cidade que sediará o evento.



No ultimo dia 23 o Presidente da Abrajet-Seccional Rio de Janeiro, Cláudio Magnavita, ex-secretário de Turismo do RJ, vice-presidente do Conselho Estadual de Turismo e diretor do RJCVB reuniu-se com o prefeito André Granado e o Secretário de Turismo José Márcio para acertar os últimos detalhes. Já está publicado no site oficial da cidadede Búzios nota sobre o congresso.

Convite: III FÓRUM DE COMUNICAÇÂO

       
         
A ABIME - Associação Brasileira de Imprensa e Mídia Eletrônica, sob o comando de sua presidente Nacional a jornalista Vera Tabach realizará o III Fórum de Comunicação, em dois dias :
Dia 14 de maio, às 19h
Local -  Salão de eventos do Hotel TRYP Jesuíno Arruda, administrado pela rede Meliá Hotels International, na Rua Jesuíno Arruda, no Itaim Bibi, com palestras ministradas por profissionais de renome, com temas Cuidados nas Redes Sociais, entre outros. Será coquetel de abertura do Fórum.
Dia 15 de maio, às 19 h 
Local – no 8º andar do Salão Nobre da Câmara de Vereadores da cidade de São Paulo, a maior Câmara da América Latina, com o apoio da vice-presidente da casa de leis, a vereadora Edir Sales.
Nesta noite acontecerão as Premiações: Prêmio Mulher Destaque Estadual, Prêmio Mulher Internacional, com homenagens para mulheres importantíssimas de vários estados e de outros países e o Prêmio Destaque Masculino Estadual e Destaque Masculino Internacional, com homenagem aos homens de sucesso em várias áreas de atividades.

Os jornalistas de Destaque também serão homenageados.
No evento acontecerá a posse da Diretoria da ABIME-São Paulo, onde a jornalista Maristela Bignardi, que é assessora de comunicação da Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo, tomará posse da ABIME-SP com os demais membros da diretoria. A imprensa de São Paulo e de vários estados e de alguns países estarão presente, para registrar a grande noite.



Vale a pena conferir
SERVIÇO
Inicio do III Fórum da ABIME- Palestras
Data: 14 de Maio de 2015
Horário: às 19 horas
Local: Hotel TRYP Jesuíno Arruda - Rede Meliá  - Rua Jesuino Arruda, 806 - Sao Paulo - Itaim Bibi São Paulo -Tel: (55) 11 37044400
Fax: (55) 11 37044401
tryp.jesuino.arruda@melia.com

Data : 15 de Maio de 2015
Horário: 19 horas

LOCAL - CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO:  PALÁCIO ANCHIETA  /  VIADUTO JACAREÍ, 100  -  BELA VISTA -  SÃO PAULO-SP    TELEFONE: 11 3396-4000

APLAUSOS para o "Recital pela Paz"




Com um Recital pela Paz, o 47º Batalhão de Polícia Militar de Minas Gerais, comemorou na noite de segunda-feira, dia 27 de abril, o seu 8º ano de criação e os 240 anos da PMMG . O evento aconteceu no Teatro Zaccaria Marques daqui da cidade mineira de Muriaé, sendo embalado pelo esplendor da voz do Maestro Tenor Marum Alexandre  acompanhado pelo Maestro Pianista Adilson Garcia.
O evento cultural filantrópico promovido pelo 47º Batalhão da Polícia Militar teve o apoio de várias empresas da cidade, prestigiado por presenças de autoridades civis e militares proporcionando uma noite de paz e alegria a todos que estiveram marcando presença.


Os 150 pacotes de fraldas geriátricas que foram arrecadados  como sugestão de ingresso serão destinadas a uma entidade filantrópica da comunidade.

Na oportunidade parabenizamos a atitude solidária da Polícia Militar na pessoa de seu ilustre comandante Tenente Coronel Nazário!

APLAUSOS!!!


segunda-feira, 27 de abril de 2015

REFLEXÃO: A DEPRESSÃO É UMA SINTOMA DA DESCONEXÃO COM A ESSÊNCIA

​A DEPRESSÃO É UMA SINTOMA DA DESCONEXÃO COM A ESSÊNCIA
por Prem Baba ​

É de fato, a depressão, talvez um dos grandes males deste século. A depressão é um sintoma da desconexão com a essência. Desconexão com o potencial da alma.

Outro sintoma que pode caminhar junto com a depressão é a ansiedade, vergonha, insegurança, pânico. Esses são alguns dos sintomas visíveis que a gente pode mensurar.

São sintomas relacionados com o distanciamento do propósito, da razão de estar aqui. Em algum momento a entidade humana em evolução acabou tendo que usar uma máscara, tendo que fingir ser o que ela não é e acabou acreditando naquilo que ela criou para poder viver. Em alguns casos, criou uma cisão com a essência. Rompeu. Às vezes a cisão é tão grande que a pessoa não tem nem mesmo uma referência de quem ela é, de quem habita este corpo e do que ela veio fazer aqui.

Esse rompimento começa a ter desdobramentos. Um dos desdobramentos é alteração da química cerebral. Em alguns casos a pessoa precisa de ser medicada, precisa de acompanhamento médico para conseguir não se perder de vez. Aí, quem sabe, ela tem um respiro para continuar o processo de autoconhecimento, o processo de busca e poder encontrar o que ela perdeu em algum momento.

A depressão, quanto mais profunda, significa que a pessoa se perdeu, ou melhor, perdeu ela, perdeu a essência em algum lugar. Consequentemente não consegue colocar os dons e os talentos a serviço do Supremo, a serviço do amor maior.

É só quando você consegue colocar os dons e os talentos a serviço do Supremo, do amor maior, é que você se liberta da angustia, da solidão, do isolamento. Dons e talentos estão intimamente relacionados com o propósito da alma.

Ela veio aqui para fazer algo. Se por alguma razão ela não consegue fazer o que ela tem para fazer, ela entra em depressão. O que impede ela de fazer o que ela tem que fazer? Choques de humilhação, de abandono, de rejeição, trauma que faz com que em algum momento a pessoa precise uma máscara para se proteger e perde contato com a essência dela.

Precisa de ajuda para se encontrar. Normalmente a pessoa que está muito deprimida, precisa de ajuda de um terapeuta, de um médico. E chega um estágio que nem o médico e nem o terapeuta podem ajudar mais.


Talvez só pela religião no caminho do coração em busca do propósito maior da vida!




Segundo Dr Drauzio Varela:
São Sintomas do deprimido:
Além do estado deprimido (sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias) e da anedonia (interesse e prazer diminuídos para realizar a maioria das atividades) são sintomas da depressão:
1) alteração de peso (perda ou ganho de peso não intencional); 
2) distúrbio de sono (insônia ou sonolência excessiva  praticamente diárias);
 3) problemas psicomotores (agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias); 
4) fadiga ou perda de energia constante; 
5) culpa excessiva (sentimento permanente de culpa e inutilidade); 
6) dificuldade de concentração (habilidade diminuída para pensar ou concentrar-se);
 7) ideias suicidas (pensamentos recorrentes de suicídio ou morte); 
8) baixa autoestima,
 9) alteração da libido.
Muitas vezes, no início, os sinais da enfermidade podem não ser reconhecidos. No entanto, nunca devem ser desconsideradas possíveis referências a ideias suicidas ou de autodestruição.

E para tal faz as seguintes recomendações:
* Depressão é uma doença como qualquer outra. Não é sinal de loucura, nem de preguiça nem de irresponsabilidade. Se você anda desanimado, tristonho, e acha que a vida perdeu a graça, procure assistência médica. O diagnóstico precoce é o melhor caminho para colocar a vida nos eixos outra vez;
* Depressão pode ocorrer em qualquer fase da vida: na infância, adolescência, maturidade e velhice. Os sintomas podem variar conforme o caso. Nas crianças, muitas vezes são erroneamente atribuídos a características da personalidade e nos idosos, ao desgaste próprio dos anos vividos;
* A família dos portadores de depressão precisa manter-se informada sobre a doença, suas características, sintomas e riscos.  É importante que ela ofereça um ponto de referência para certos padrões, como a importância da alimentação equilibrada, da higiene pessoal e da necessidade e importância de interagir com outras pessoas. Afinal, trancafiar-se num quarto às escuras, sem fazer nada nem falar com ninguém,está longe de ser um bom caminho para superar a crise depressiva.

Dica de beleza: afinar o nariz sem precisar de plástica

Achei na internet e divido com minhas amigas que tem o mesmo problema meu:  "narizinho chapoca" rsrsrs.
Achei a dica que afirma que podemos afinar o nariz sem precisar de plástica com uma maquiagem para afinar o nariz. Este é um truque de maquiagem que muitas famosas usam.

Existem vários truques  para poder deixar a mulher mais bonita e disfarçar algumas imperfeições , uma delas é pra fazer o nariz parecer mais fino..

Os materiais necessários para fazer o disfarce na maquiagem resume-se num Blush um tom mais escuro que sua pele, um Iluminador facial e pinceis próprios:  (Pincel próprio para aplicar blush
Pincel grande e limpo (daqueles que se usa para aplicar pó))

Observe como agir:


5ª Roda de Leitura no CESEC nesta quinta

Agendada para a próxima quinta feira mais uma Roda de Leitura, a quinta, no CESEC.  O convite feito pela simpática Diretora Carmem Lúcia, acontece dia 30/04/15 às 19hs na Biblioteca que leva o nome do saudoso professor Lúcio José Gusman. O palestrante da vez será o escritor muriaeense Elias Muratori.  Participe !


sexta-feira, 24 de abril de 2015

Reflexão: O velho ,o menino e o burro

Recebi do jornalista Jefferson Severino e repasso por achar o texto reflexivo e que vale a pena ler e analisar.

Certamente todos vocês conhecem a história do velho, o menino e o burro ‒ um conto tradicional ‒ magistralmente contado por Monteiro Lobato no livro ‘Fábulas’ (Editora Brasiliense). Para não perder o fio da meada, fui buscar na internet a dita história que eu li quando se era obrigatório ler livros no primeiro grau, quando cantávamos uma vez por semana o hino nacional, quando rezávamos em classe, antes de começar a aula (eu sempre estudei em colégio de padres) e, finalmente quando nas salas de aula tinha um crucifixo pra gente nunca esquecer daquEle sublime exemplo. Podem não acreditar, mas eu li muitas páginas e páginas de Monteiro Lobato. Saudades daquele tempo ! Naquela época menino não caia de árvore e meus pais permitiam a arriscada aventura porque, na certa, queriam evitar a todo custo que eu crescesse transformado num analfabeto funcional, escravo do facebook ou watsapp.


Escolhi essa fábula por vários motivos: o primeiro deles é que, em se tratando de uma aventura envolvendo um velho, um menino e um burro, eu conheço bem essas três importantes fases da existência: já fui menino, hoje para a galera que me chama de tiú, sou velho e muitos me tomam por burro. Segundo motivo: homenagear, mais uma vez, o Monteiro Lobato que ensinou três gerações de brasileiros a pensar, e hoje tem seu nome na lista negra do “politicamente correto”. Terceiro e último motivo: tenho percebido em meus irmãozinhos de fé, isto é "espíritas como eu", camaradas e amigos de tantas jornadas, uma eterna insatisfação com tudo e com todos: reclamam que o espiritismo não vem a público dizer isso e aquilo... Provar que a morte não existe, manifestações públicas onde os "fantasmas" aparecem... mas quando um "fantasma de verdade aparece" é um Deus nos acuda. Reclamam que falta um núcleo de estudos e pesquisas... mas quando disponibiliza-se uma sala, uma biblioteca, ou núcleo de estudo, viram as costas alegando que não possuem tempo e fazem propaganda contra (acreditem se quiserem!); reclamam que espírita não lê, mas passam longe da biblioteca; e quando alguém se atreve a escrever um livro, ganha alguns desafetos porque acham que o autor não passa de um aventureiro e por aí vai.

São os que se dizem “espiritualizados”, os justos que censuram isso e aquilo e que devem primar por aquilo que está sendo escrito ou lido. Enfim, acreditam que irão mudar a sociedade, o país e o mundo calados e rezando, pois "espírita" também não pode manifestar-se nem a favor ou contra. Sempre em cima do muro... Merecem sim este plágio da canção popular:

“As vezes em certos momentos difíceis da vida, em que precisamos de força para ajudar na saída a palavra de força, nos vem a triste certeza de que estamos sozinhos e mal pagos! Vocês meus amigos sem fé, meus primos camaradas, sorrisos e abraços nas mesas de bar...” (Amigo - Roberto Carlos).

Mas voltemos a Lobato !

Certo dia, pela manhã, o velho chamou o filho e disse: ‒ Vá pegar o burro no pasto e apronte-se para irmos à cidade. Quero vender o bicho.

O menino foi, e trouxe o burro. Escovou-o bem, a besta ficou lustrosa! E os dois partiram a pé, puxando o bicho pelo cabresto para que ele chegasse descansado e impressionar bem os compradores.

Logo no início do caminho, toparam com um vizinho que disse: ‒ Esta é boa! O burro andando vazio e o velho a pé!

O velho achou que o vizinho tinha razão e ordenou ao filho: ‒ Puxa o burro, meu filho! Eu vou montado.

Mas conseguir agradar o mundo é impossível, a não ser distribuindo cargos, diplomas e medalhas. Logo adiante, ao passar por um bando de lavadeiras ocupadíssimas em falar mal da vida dos outros, ouviram o comentário:

‒ Que absurdo! O velho marmanjão montado e a pobre criança a pé... pai malvado! Te esconjuro!

O velho rosnou e, sem contestar a lavadeira, mandou que o filho pulasse na garupa.

Andaram uns duzentos metros e lá adiante vinha o Zé Biriba dando risada! ‒ Que idiotas! Querem vender o bicho e montam os dois de uma vez! E prossegui rindo rrrssss, que nem um usuário de facebook.

‒ O Zé Biriba tem razão, ponderou o velho. E, manifestando-se pelo sinal de costume, ordenou: ‒ Não podemos judiar do animal, ou então nossa foto vai parar na internet!! Eu apeio e você, que é levezinho, vai montado.

Assim fizeram, até encontrarem um sujeito que tirou o chapéu de feltro e saudou o menino com irônico respeito:

‒ Bom dia, príncipe!, pois só príncipes andam assim de lacaio à rédea...

‒ Lacaio, eu?!, esbravejou o velho ‒ Que desaforo! Desce, meu filho, vamos carregar o burro nas costas!

Nem assim ficaram livres de críticas e considerações finais. Grupos que passavam pela estranha cavalgada, davam vaias:

‒ Olha os três burros: dois de dois pés e um de quatro! Qual dos três é o mais burro?

‒ Sou eu, cambada! ‒ replicou o velho, arriando a carga ‒ Sou eu porque estou há uma hora fazendo o que manda minha consciência e me lascando sozinho!

E para arrematar, recitou o trecho de ‘Os Lusíadas’ de Camões que sabia de cor:

“Não mais, Musa, não mais que a Lira tenho
Destemperada e a voz enrouquecida,
E não do canto, mas de ver que venho
Cantar a gente surda e endurecida.
O favor com que mais se acende o engenho
Não no dá a pátria, não, que está metida
No gosto da cobiça e na rudeza
Duma austera, apagada e vil tristeza.”


Vale lembrar que carregar um burro nas costas, ou melhor, um piano, é o esporte preferido daqueles que, além de terem força física e espiritual, sabem tocar muito bem.